Boas Práticas Agropecuárias é multiplicada por meio de curso em Maracaju - Senar MS



Boas Práticas Agropecuárias é multiplicada por meio de curso em Maracaju

Hoje, no Brasil, a carne é mais exportada que a soja


Boas Práticas Agropecuárias é multiplicada por meio de curso em Maracaju

Hoje, no Brasil, a carne é mais exportada que a soja. A Índia tem o maior rebanho do mundo enquanto que o Brasil é o maior em comercialização. O Estado de Mato Grosso do Sul possui um clima favorável para a criação de gado, e segundo os dados da Secretaria de Comércio Exterior (SECEX), são 4,1% de soja exportada, enquanto que a carne chega a 11,3% aqui no Estado.

A capacitação Boas Práticas Agropecuárias tem como objetivo atender um mercado que é diferenciado e agregar valor ao produto por meio de técnicas  de gestão e boas práticas na produção de bovinos de corte. O SENAR-AR/MS, em parceria com a Embrapa Gado de Corte, sindicatos rurais e produtores rurais, proporciona essa qualificação.

Nos dias 29 e 30 de setembro e 1º de outubro, em Maracaju, gerentes de propriedades, engenheiros-agrônomos, médicos-veterinários, estudantes de agronomia e filhos de produtores participaram do curso de Boas Práticas Agropecuárias com 24 horas-aula. O curso foi ministrado pelo educador Marco Antônio G. Marcondes, que fez parte da primeira turma de capacitação em Campo Grande, que aconteceu em agosto deste ano. Hoje, Boas Práticas Agropecuárias está na sua 5ª edição. A 6ª capacitação está prevista para 17 a 22 de outubro e a 7ª,  para 7 a 11 de novembro.

Durante o curso em Maracaju, foi destacado que a agropecuária brasileira para ter avanço na produção de gado de corte de qualidade precisar estar atenta às questões ambientais, à competição do mercado, às novas exigências do consumidor, aos movimentos sociais e à multifuncionalidade do campo.

Ressaltou-se, ainda, a preocupação dos países na adoção de medidas para fortalecer toda a cadeia produtiva, como a rastreabilidade. Não se esquecendo que a maior dificuldade hoje encontrada pelo produtor rural é a baixa cotação do dólar, que desestimula a exportação.

Juliana Turatti

Sato Comunicação


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